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... E se não conduzir: Um Dão e uma homenagem

O Dão Terras Altas acaba de surgir no mercado com uma nova roupagem, salvo erro, a terceira desde que foi lançado no mercado na década de 1950. Esta nova imagem faz uma justa homenagem a António Porto Soares Franco, de quem se diz ter tido o mais fantástico sentido de olfato alguma vez conhecido no mundo do vinho. Tio dos atuais gestores da José Maria da Fonseca, António e Domingos Soares Franco, António Porto Soares Franco, tem uma história fantástica ligada a este vinho: quando se deslocava à quinta do Dão costumava visitar uma cepa com a qual tinha especial afeição, mantendo longos monólogos ou (sabe-se lá grandes diálogos) com essa videira. Essa ligação terminou com a sua morte em 1968, ano marcante também para a Ferrari já que nesse ano foi lançado o Dino. Inexplicavelmente a cepa morreu nesse mesmo ano, podendo ser vista na Casa Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão. Este vinho Dão Terras Altas, com o preço de 3,99€ tem um corpo muito redondo, está macio, frutado e com leves notas de madeira. Um vinho de todos os dias e de agrado quase geral. A história que inspira este vinho vem da ligação de amor pela terra, que até hoje está presente nos nossos vinhos. Terras Altas é um vinho de corpo redondo e macio com um paladar frutado, equilibrado e ligeiro toque a madeira. Este Terras Altas 2014, um DOC Dão, lote de uvas das castas Jaen, Alfrocheiro e Touriga Nacional. Passou por barricas de carvalho americano e acompanha bem pratos de carnes brancas.

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